O setor sucroenergético brasileiro consolida, em junho de 2026, um de seus movimentos estratégicos mais robustos da década: a consolidação definitiva do modelo de usinas "flex" e a arrancada vertical do etanol de milho. Diante de oscilações globais no preço do açúcar e de uma moagem de cana-de-açúcar que iniciou o ciclo sob forte pressão climática no Centro-Sul, as corporações agroindustriais integradas encontraram no cereal a chave para a estabilidade de margens e eficiência