O agronegócio brasileiro ingressa no segundo semestre de 2026 em um ponto de inflexão decisivo para o capital corporativo. Diante de um ambiente macroeconômico marcado por taxas de juros elevadas, margens operacionais pressionadas dentro da porteira e volatilidade nos mercados globais de commodities, o setor vem acelerando um movimento profundo de consolidação estrutural. Empresas de insumos, tradings, usinas e grupos produtores estão reconfigurando seus balanços. A ordem do