A pecuária brasileira de corte atinge um ponto de inflexão crítico no encerramento deste primeiro semestre de 2026. O cenário atual configura o clássico "efeito tesoura": do lado de dentro da porteira, o pecuarista lida com custos de produção persistentemente elevados e uma arroba valorizada (estabilizada entre R$ 340 e R$ 350) impulsionada pela retenção de fêmeas; do lado de fora, a indústria frigorífica enfrenta um violento esmagamento de margens e o fantasma das barreiras