Choque continental, pressão de mata-mata e bastidores que pesam tanto quanto a bola. Jogo de Copa Sul-Americana nunca é só jogo. Para o Atlético-MG, encarar o Montevideo City Torque significa lidar com viagem, gramado, ritmo uruguaio, gestão de elenco e uma margem de erro menor do que a torcida gostaria. Do outro lado, há um adversário que carrega a escola competitiva do futebol uruguaio e uma ligação com metodologias modernas de gestão esportiva. Esse encontro coloca frente