O acirramento das hostilidades militares no Oriente Médio e a turbulência nas rotas marítimas internacionais voltaram a colocar a economia global em estado de alerta máximo. Em um cenário já pressionado pelo ressurgimento das pressões inflacionárias, o Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, promoveu um movimento decisivo em sua política monetária. A combinação de risco de desabastecimento energéticos com a alta nas taxas de juros norte-americanas provoca um