O setor sucroalcooleiro brasileiro enfrenta um de seus ciclos mais desafiadores das últimas décadas. Com margens operacionais pressionadas e uma fatia expressiva das usinas tradicionais operando sob forte estresse financeiro ou em processos de reestruturação judicial, o modelo de negócios baseado exclusivamente na gangorra de preços do etanol e do açúcar dá sinais claros de exaustão. A concorrência com o avanço do milho para a produção de biocombustíveis alterou a dinâmica do