O agronegócio brasileiro vive um ponto de virada estrutural. Em um ambiente global marcado por taxas de juros ainda desafiadoras e margens operacionais mais espremidas na produção de grãos e fibras, a eficiência financeira deixou de ser um diferencial para se tornar o core business da porteira para dentro. O levantamento mais recente do ecossistema de investimentos revela que o fluxo de capital de risco para agtechs somou R$ 94,7 milhões no primeiro semestre de 2026 no Brasil